quarta-feira, 30 de abril de 2014

O que é feito de… Douala

Chegou a Alvalade proveniente da União de Leiria e foi um dos vários jogadores que honraram a camisola do clube ‘verde e branco’.  Abandonou Alvalade sem nenhum título conquistado de ‘leão ao peito’, mas ainda marcou presença numa final da Taça UEFA.


Roudolphe Douala começou a brilhar nos franceses do Saint-Étienne, onde jogou durante três épocas (em 1996/1997 e 1997/1998, pela Equipa B, e o resta da temporada na época 1997/1998). No Saint-Étienne, Douala jogou com futebolistas como, por exemplo, Jérôme Four, Alassane N’Dour ou Jérôme Alonzo.




Em Portugal via Boavista
Depois das três épocas em França, Douala rumou até Portugal para representar o Boavista, onde partilhou o balneário com jogadores como, por exemplo, Quevedo, Rui Bento, Ricardo ou Martelinho e foi treinado pelo técnico português Jaime Pacheco. Como jogador ‘axadrezado’, Douala jogou, na totalidade, 44 jogos e marcou 6 golos. Nas quatro épocas seguintes, Douala esteve emprestado pelo Boavista a Desportivo das Aves, Gil Vicente e União de Leiria, respetivamente, tendo marcado, no total, durante os seus empréstimos, 28 golos em 141 jogos realizados.


Ingresso em Alvalade
Após ter brilhado nos clubes anteriores, Douala assinou contrato com o Sporting Clube de Portugal, onde jogou durante três épocas, e onde foi colega de equipa de futebolistas como, por exemplo, Liedson, Rogério, Luís Loureiro, Koke, Farnerud ou Miguel Garcia. Em três épocas ‘de leão ao peito’, Roudolphe Douala realizou 65 jogos e marcou 10 golos. Pelo Sporting CP, Douala jogou, na época 2004/2005,  a final da Taça UEFA, em Alvalade, frente aos russos do CSKA de Moscovo, que os “leões” perderam por 3-1. No início da época 2006/2007, Douala acabou por ser emprestado pelos “leões” aos ingleses do Portsmouth onde foi colega de David James, Pedro Mendes, Sol Campbell ou Andy Cole. Pelo Portsmouth, Douala jogou, apenas, 10 jogos, e não marcou nenhum golo.



Regresso a ‘casa’
Na época 2007/2008, Douala regressou ao ‘seu’ Saint-Étienne, onde foi colega de equipa de jogadores como, por exemplo, Nivaldo, Fredy Guarín ou Blaise Matuidi, e na temporada 2008/2009, Douala rumou até aos gregos do Asteras Tripolis, onde jogou com os portugueses Fabeta, Jorginho, Ricardo Esteves e Fábio Felício. Ainda na época 2008/2009, Douala abandonou o Asteras Tripolis e rumou até aos ingleses do Plymouth Argyle, onde jogou com jogadores como Émile Mpenza, Alan Judge, Rory Fallon ou Raymon van Emmerik.
Nas duas épocas seguintes, Douala representou o Lierse da Bélgica, onde partilhou o balneário com futebolistas como o egípcio Ahmed Samir, o ganês William Mensah ou o também camaronês Joseph-Desiré Job. Como jogador do Lierse, Douala jogou 5 jogos e apontou, apenas, 1 golo.
Refira-se ainda que em termos internacionais, como jogador da Seleção dos Camarões, Douala registou 17 internacionalizações e apontou 1 golo pelos ‘leões indomáveis’.                      
Atualmente, com 35 anos de idade, Roudolphe Douala joga no modesto clube francês ASF Andrézieux.


A FICHA
Nome: Roudolphe Douala M’Bele
Idade: 35 anos
Data de Nascimento: 25/09/1978
Local de Nascimento: Douala, Camarões
Altura: 1,76m
Peso: 70 kg
Posição: Extremo
TRAJETÓRIA
1996/1998: Saint-Étienne (Equipa B)
1997/1998: Saint Étienne
1998/2000: Boavista
2000/2001: Desportivo das Aves (empréstimo)
2001/2002: Gil Vicente (empréstimo)
2002/2003: União de Leiria (empréstimo)
2003/2004: União de Leiria (empréstimo)
2004/2007: Sporting CP
2006/2007: Portsmouth (empréstimo)
2007/2008: Saint-Étienne
2008/2009: Asteras Tripolis
2008/2009: Plymouth Argyle
2009/2011: Lierse
2013/2014: ASF Andrézieux

 EM AÇÃO
Recorde aqui alguns dos melhores momentos do extremo camaronês


Por João Nobre


terça-feira, 29 de abril de 2014

VÍDEO: Xabi Alonso, Iniesta e Reina em anúncio... 'diferente'

As vitórias alcançadas pela Seleção de Espanha nos últimos dois Europeus e no Mundial de 2010, tornam a questão da motivação um problema para alguém que já ganhou tudo, nomeadamente numa altura em que o certame do Brasil se aproxima. Conscientes dessa situação, um dos apoiantes da 'Roja', a Movistar, empresa de telecomunicações espanhola, decidiu criar um anúncio ' diferente', onde jogadores como Andres Iniesta, Pepe Reina, Xabi Alonso, Santi Cazorla e Juanfran, se vestem e disfarçam, para poderem ser enviados para 'trabalhos normais'. A ideia passa por aproximar os atletas dos seus adeptos, num anúncio ao qual é impossível ficar indiferente.


Craques 2ª Liga: Tarcísio, o 'maestro' do Moreirense

Esta época é a terceira vez que joga na Segunda Liga em Portugal, depois de duas passagens por clubes modestos no Brasil, e é o principal motor que faz jogar a equipa do Moreirense que já alcançou a tão desejada subida.

Veio para Portugal vindo do Brasil, onde representou como jogador o São Cristóvão e deu nas vistas no arqui-rival do Paços de Ferreira – o Freamunde. O seu nome é Tarcísio, é brasileiro e nasceu no dia 1/03/1986. Este jogador é o maestro que brilha no meio-campo do Moreirense aos 28 anos.

INÍCIO NO SERGIPE
Foi no modesto clube brasileiro Club Sportivo Sergipe, da cidade de Aracaju, que apareceu um jogador brasileiro chamado Tarcísio da Silva. No modesto Sergipe, Tarcísio partilhou o balneário com jogadores como Márcio Leandro, Alisson, Alex Júnior, Marcelo Sergipano, Edson Veneno ou Lulinha. O médio-ofensivo brasileiro, nascido em Riachuelo, permaneceu três épocas no Estádio Lourival Baptista (2005, 2006, 2007), rumando depois para o São Cristóvão, no ano de 2008, onde jogou ao lado de nomes como Reinaldo Melao, Júnior Maranhão, Souza, Luíz Carlos, Jhulliam ou Carlão, sendo que o nível exibido no Estádio Figueira de Melo lhe valeu o passaporte para a sua primeira experiência no estrangeiro.

CHEGADA AO COMPLEXO DESPORTIVO DO SC FREAMUNDE
Quando chegou a Portugal, na época 2008/2009, Tarcísio assinou contrato com o Freamunde, que disputava a Segunda Liga portuguesa. No Complexo Desportivo do SC Freamunde, Tarcísio foi colega de equipa de Tó Figueira, Alan Dinamite, Romaric, Valdinho, Santiago Ostolaza, Bock, Nana K ou João Amorim. Nas quatros épocas em que foi jogador dos ‘capões’, Tarcísio jogou, na totalidade, 96 jogos e marcou 4 golos. Na sua passagem pelo Freamunde, o médio brasileiro foi treinado por Jorge Regadas (2009/2009 e 2009/2010) e Nicolau Vaqueiro (2010/2011 e 2011/2012). Depois do Freamunde, Tarcísio rumou à Serra da Estrela.

AVENTURA NA COVILHÃ
Na temporada 2012/2013, Tarcísio rumou à Serra da Estrela para representar o Sporting da Covilhã, onde foi um dos motores que fez jogar a equipa dos ‘leões da serra’. No Complexo Desportivo da Covilhã, foi colega de Igor Araújo, Alex Kakuba, Dani Matos, Gui, Fabrício, Pimenta ou Adriano Castanheira, e disputou 37 jogos,  marcando 2 golos. Na sua passagem pela Covilhã, Tarcísio foi treinado por três treinadores: primeiro por Filipe Moreira, depois por Fernando Pires (ou “Fanã”) e depois por Francisco Chaló. No fim da época 2012/2013, Tarcísio abandonou o Sp.Covilhã.

SUCESSO NO MOREIRENSE
Em 2013/2014, Tarcísio rumou até Moreira de Cónegos para assinar contrato com o despromovido Moreirense. Encontrou futebolistas como Ricardo Ribeiro, Miguelito, Diogo Cunha, André Carvalhas, Pires ou Wagner, e a verdade é que se tem conseguido impor no Estádio Comendador Joaquim Almeida Freitas, apesar de já ter sido orientado por dois treinadores: primeiro por Vítor Oliveira e, atualmente, por António Conceição. Tarcísio já realizou, até ao momento, 36 jogos em todas as competições, tendo apontado um golo. Seja como for, este médio de 28 anos já festejou a subida à Primeira Liga, uma época depois da descida, terá na próxima temporada a a oportunidade de comprovar toda a sua mais-valia nos principais palcos nacionais. ■

A ficha  
Nome: Tarcísio da Silva    
Idade: 28 anos
Data de Nascimento: 01/03/1986
Local de Nascimento: Riachuelo, Brasil
 Altura: 1,72m
Peso: 61 kg
Clube: Moreirense
TRAJETÓRIA
2005/07: Sergipe
2008: São Cristóvão
2008/2012: Freamunde
2012/2013: Sp.Covilhã
2013/2014: Moreirense

Em ação
Veja aqui alguns dos seus atributos:

Por João Nobre

Revista FUTEBOLISTA nº 105 – Já nas bancas!!!

É já hoje que chega às bancas a edição de Maio da Futebolista!

O destaque principal vai para o caderno especial dedicado ao novo Campeão Nacional, o Benfica, incluindo dois posters gigantes da equipa. 

Atenção também para a reportagem sobre o ‘Lado B’ da Seleção Nacional, os jogadores que podem vir a fazer parte dos 23 eleitos de Paulo Bento para o Mundial do Brasil!

Igualmente imperdível o artigo sobre a dupla SAS (Suárez and Sturridge) que está a fazer furor na Premier League ao serviço do Liverpool, o grande momento de forma de Di María no Real Madrid, Lucas Moura do PSG no papel de ‘Galáctico’, as novas promessas da Argentina, os segredos do Atlético de Madrid de Simeone na sua temporada de sonho, a nova vida do Zenit com André Villas Boas… e muito mais!




Vai dar que falar: Bilal Basacikoglu


Bilal possui dupla nacionalidade, seu pai é turco e sua mãe marroquina. É um jovem de 19 anos que joga a extremo esquerdo e possui uma grande velocidade. Passou pela formação do Ajax e chega ao Heerenveen em 20011 ainda para jogar nas camadas jovens. No entanto, rapidamente reconhecem as suas qualidades e começa a participar nos trabalhos da equipa principal bem cedo. A sua estreia acontece a 8 de Novembro, tendo entrado ao minuto 87' no jogo em casa contra o Waalwijk; por sua vez, a sua primeira titularidade dá-se no dia 23 do mesmo mês contra a equipa do PSV, um jogo que termina empatado e em que é substituído ao minuto 78. Possui uma grande velocidade e é bastante ágil com a bola, de personalidade forte e trabalhador, conseguindo impor-se na primeira equipa do Heerenveen bem rápido. Boa capacidade técnica, imprevisível quando em direcção à baliza. É um jogador que, atuando pela esquerda, faz bastantes assistências para os seus companheiros. Esta temporada, com 34 jogos efectuados em todas as competições, marcou 7 golos e deu 10 a marcar. Deve ganhar um pouco mais de capacidade fisica uma vez que é um pouco frágil nos duelos corpo a corpo. Apesar disso, grande clubes já estão de olho neste jovem talento tendo-se falado com mais afinco dos "red devils" de Inglaterra.



Nome: Bilal Basacikoglu
Data de Nascimento: 1995-03-26 (19 anos)
Local de Nascimento: Zaanstad, Holanda
Altura: 179 cm
Peso: 68 kg
Posição: Extremo Esquerdo
Clube: Heerenveen

Veja aqui alguns dos seus melhores momentos:





segunda-feira, 28 de abril de 2014

VÍDEO: Adepto 'pega' fogo

O insólito aconteceu na Polónia este fim-de-semana. No embate entre o Slask Wroclaw e o Zaglebie Lubin, um adepto da equipa visitante acendeu uma tocha, e quando um segurança a tentou apagar, acabou por  inadvertidamente incendiar o próprio adepto. ainda assim, de acordo com relatório emitido posteriormente, o adepto acabou por ficar bem

Confira o vídeo (a ação passa-se em baixo, no lado esquerdo):

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Onde estão os críticos de Jesus?

Na ressaca dos três troféus perdidos no final da temporada passada, muitos não hesitaram em pedir a demissão de Jorge Jesus. Os argumentos eram vários, fosse pela arrogância demonstrada, pela pouca capacidade de gerir o esforço dos jogadores, pela parca aposta em futebolistas portugueses ou até pelo alegado sportinguismo.

Mas havia a outra face da moeda. A capacidade de Jesus em potenciar jogadores, em adaptar de forma absolutamente bem sucedida atletas a determinadas posições, e a “nota artística” que introduzia em grande parte das partidas, o seu cunho pessoal a um Benfica, que para muitos, jogava finalmente… à Benfica.

E mais, que treinador estaria à altura para o substituir? Que português disponível, com estofo e que garantisse um melhor serviço que JJ poderia orientar os encarnados? E que estrangeiro teria conhecimento necessário sobre as águias e o futebol português para vingar de imediato?

Quando algo vai mal num clube, nem sempre a solução é a drástica mudança de treinador. Quando uma equipa perde três competições nos últimos jogos é porque disputou as três frentes até ao fim. Existe um mérito por detrás do fracasso, mesmo que isso se tenha verificado várias vezes durante três anos.

Há quanto tempo o emblema da Luz não chegava a uma final europeia, ou só mesmo a uma meia-final? Com Jesus, o mínimo foi sempre os quartos-de-final, incluindo na Liga dos Campeões, em 2011/12. Há quanto tempo o Benfica não perdia apenas um jogo no campeonato? Há quanto tempo os encarnados não mantinham uma consistência exibicional? Quando é que antes se tinha assistido a um encaixe financeiro tão volumoso na história das águias?

JJ conseguiu marcos históricos, e nos primeiros três anos, conquistou mais títulos que a formação lisboeta nos treze anteriores. Razões mais do que suficientes para continuar? Acreditei que sim, que Luís Filipe Vieira também.

Afinal, mais do que uma mudança de treinador, urgia sobretudo alterar a filosofia de jogo, tornando o até então extremamente atrativo, ofensivo e vertical futebol do SLB, num modelo mais calculista, sereno e pragmático.

Os resultados estão à vista. O campeonato já está garantido matematicamente. Até há data, faltando disputar apenas duas jornadas, os encarnados têm 56 golos marcados. O pior registo do Benfica de Jesus neste aspeto foram os 61 apontados em 2010/11. Se mantiver a média (dois por jogo), chegará aos 60. Muito longe dos registos de 2009/10 (78) e 2012/13 (77) ou até de 2011/12 (66). De certa forma, prova o pragmatismo de 2013/14, que trava no 1-0 ou 2-0 para depois apenas gerir.

Também no número de golos sofridos é visível os encarnados estão a arriscar menos. Apenas 15 tentos consentidos até à 28ª jornada, e a menos que um imprevisto os faça sofrer mais cinco nos dois encontros que restam, este será o Benfica de Jesus com o melhor registo defensivo. O recorde é de 20, em 2009/10 e 2012/13.

Mas não foi só pela versatilidade que JJ silenciou os críticos. A cada época, uma nova adversidade: Na temporada de estreia, não havia um lateral-esquerdo de raiz que desse garantias. Em 2010/11, não houve ninguém que substituísse de um momento para o outro a capacidade todo-o-terreno de Ramires ou a magia de Di María. E em janeiro, partiu David Luiz, uma das referências. Em 2011/12, nem Emerson nem Capdevila renderam eficientemente Fábio Coentrão e a profundidade que este dava ao corredor esquerdo, muitas vezes o mais desequilibrador dos encarnados, mesmo partindo a tantos metros da baliza adversária. E quando em 2012/13, mesmo em cima do fecho do mercado, Javi García e Witsel foram transferidos e deixaram o plantel com escassez de médios? E mesmo este ano, quando Matic, considerado por muitos como o elemento-chave da equipa, foi vendido no mercado de inverno?

Com improviso e muito labor, o Benfica de Jesus já atuou em 4x4x2, 4x1x3x2, 4x2x3x1 e 4x3x3. Com pontas-de-lança móveis ou posicionais, com laterais ofensivos ou apenas consistentes defensivamente, com um ‘10’ puro ou com um segundo avançado e com extremos a procurarem verticalizar ou a explorarem diagonais, a qualidade do jogo foi sempre uma constante.

Antes de adaptações bem sucedidas ou de trabalho intensivo, Fábio Coentrão era apenas um extremo que tardava em afirmar-se e que passava por sucessivos empréstimos, Matic um trinco bom de bola mas fraco no posicionamento e Enzo Pérez um ala sem espaço no onze. Hoje, são futebolistas de topo nas suas posições.

O antigo técnico de clubes como os Vitórias, Belenenses e Braga, para além do campeonato conquistado esta época, ainda conseguiu um triunfo bastante pessoal, apesar da máxima descrição. No início da temporada, quando as coisas pareciam não caminhar no rumo certo, a sua autoridade foi posta em causa, quando Cardozo, depois do incidente no Jamor em maio de 2013, foi reintegrado no plantel. Se no começo ainda marcou vários golos, foi quando o paraguaio se lesionou e praticamente não mais voltou como titular que os encarnados encavalitarem rumo ao título. Foi o ano com pior registo do Tacuara, com JJ ao leme. Apenas sete golos marcados na Liga, contra os 26, 12, 20 e 17 do antecedente. E mesmo em termos de jogos, até há data Cardozo soma apenas catorze, dos quais somente cinco enquanto titular. Também aqui, o pior registo do sul-americano.

Das pequenas vitórias pessoais aos títulos conquistados, com passagem pelos recordes batidos e adaptações bem sucedidas, os críticos não ficaram com outro remédio que não seja renderem-se às evidências. E a época ainda não acabou. Depois do que aconteceu há um ano, é de duvidar que o Benfica seja negligente no Jamor e deixe escapar a dobradinha. E mesmo na Liga Europa, o discurso humilde perante a força da Juventus deixa transparecer que a eliminação será vista com normalidade. Tudo o que vier por acréscimo, será bem-vindo.

E se em julho/agosto poucos acreditavam numa temporada assim, agora até se fala insistentemente em início de um novo ciclo no futebol português, contrariando a hegemonia do FC Porto no pós-25 de abril. É caso para perguntar: Onde estão os críticos de Jorge Jesus?


quarta-feira, 23 de abril de 2014

O que é feito de… Kerlon

Foquinha. É por esta alcunha que ficou conhecido o jovem brasileiro Kerlon Moura Souza, que ‘desapareceu’ no mundo do futebol. Ficou com esta alcunha por causa da sua conhecida finta – o ‘drible da foca’. Kerlon foi uma das maiores promessas do futebol brasileiro nos últimos anos, mas nunca se impôs na Europa.

Kerlon Moura Souza apareceu no futebol na equipa do Cruzeiro de Belo Horizonte, com apenas 17 anos, onde jogou durante quatro épocas (2005, 2006, 2007, 2008) e onde partilhou o balneário com jogadores como, por exemplo, Artur Moraes, Claudio Maldonado, Geovanni, Alecsandro ou Gérson Magrão. Pela ‘Raposa’, Kerlon jogou, na totalidade, 11 jogos, mas não marcou qualquer golo. Depois de quatro épocas no Brasil, o ‘Foquinha’ despertou a cobiça do Inter de Milão.

Ingresso na Europa
Na temporada 2008/2009, Kerlon chegou a Milão para representar o Inter de Milão, mas o clube milanês decidiu emprestar o jovem brasileiro aos italianos do Chievo Verona, até porque no Inter teve concorrência pesada. Como jogador do Chievo, Kerlon partilhou o balneário com futebolistas como, por exemplo, Stefano Sorrentino, Mario Yepes, Sergio Pellissier ou Erjon Bogdani. Pela equipa do Chievo Verona, Kerlon jogou 4 jogos e não marcou qualquer golo. Na época seguinte iria voltar a ser emprestado.  
Em 2009/2010, Kerlon volta a ser emprestado pelo Inter de Milão, mas desta vez foi cedido ao Ajax de Amesterdão, onde jogou na equipa B holandesa. Foi colega de equipa de jogadores como o brasileiro Zé Eduardo, o holandês Marco Bizot ou o sul-africano Michael Habib, mas não conseguiu mostrar o seu futebol no ‘país das tulipas’, pois sofreu uma grave lesão que o deixou afastado dos relvados. No fim da época 2009/2010, Kerlon regressou a Milão, mas por pouco tempo.

Regresso ao Brasil
Em 2011, Kerlon voltou ao Brasil para representar, ainda por empréstimo dos ‘nerazurri’, o Paraná e o Nacional-MG. Como jogador do Paraná, Kerlon partilhou o balneário com futebolistas como, por exemplo, Javier Méndez, Jefferson Maranhão ou Luan dos Santos. Por outro lado, como jogador do Nacional-MG, Kerlon Moura Souza foi colega de jogadores como Leandrão, Alex Maranhão ou Rogerinho. No ano seguinte, em 2012, Kerlon permaneceu no Nacional-MG, mas voltou a ser pouco utilizado.

À procura da redenção na Ásia
Na época seguinte, Kerlon desvinculou-se do Inter de Milão e rumou até ao Japão, a custo zero, onde representou o Fujieda MYFC, partilhando o balneário com jogadores como Desmond N’Ze, Alan, Yuki Okada ou Shogo Nakatsuru. Na primeira temporada fez três golos e sete assistências nos primeiros oito jogos, e na segudna época ia já com 6 golos em 14 jogos, mas os problemas nos joelhos que desde muito cedo o fustigaram acabaram por forçar a sua saída do clube. Assim, atualmente com 26 anos, Kerlon encontra-se sem clube.



A ficha
Nome: Kerlon Moura Souza   
Idade: 26 anos
Data de Nascimento: 27/01/1988
Local de Nascimento: Ipatinga, Brasil
Altura: 1,67m
Peso: 66 kg
Posição: Médio-Ofensivo
TRAJETÓRIA
2005/08: Cruzeiro
2008/2009: Inter de Milão
2008/2009: Chievo Verona (empréstimo)
2009/2010: Ajax (empréstimo)
2011: Paraná (empréstimo)
2011/12: Nacional-MG (empréstimo)
2012/13: Fujieda MYFC


EM AÇÃO

Recorde aqui a finta que o tornou famoso:


Por João Nobre

domingo, 20 de abril de 2014

Taça de Portugal: Que formato?


Recentemente tem havido alguma discussão em torno do formato das meias-finais da Taça de Portugal, disputadas a duas mãos, ao contrário do que acontece nas restantes eliminatórias, e também do que ocorria em anos anteriores a 2009.
             
Num debate entre apocalípticos e integrados, os primeiros criticam o atual modelo, afirmando que agora se torna difícil verificar-se o ‘fator surpresa’ que celebrizou a competição. Os integrados, nos quais me incluo, defendem que duas mãos só ajudam a credibilizar os finalistas, que serão os mais legítimos possíveis, podendo corrigir um acidente de percurso na primeira mão, com uma reviravolta na segunda.

Numa prova com tantos anos de história, e que garante um lugar nas competições europeias, é imprescindível que os seus finalistas sejam os mais credíveis possíveis, para manter o prestígio e embelezar o encontro decisivo.

Há seis anos que FC Porto e Sporting não se defrontam numa final. Há dez que águias e dragões não disputam o troféu no Jamor. E mais gritante, há dezoito (!) que não temos o grande derby de Lisboa no Estádio Nacional. Sobretudo os últimos dois vencedores, apesar do engenho, beneficiaram de vários acidentes de percurso sem que uma correção fosse possível.

Em Espanha, em que as eliminatórias são disputadas a duas mãos, assistimos a Real Madrid – Barcelona nas últimas quatro edições, sendo que dois desses duelos foram na final. Protege-se o mérito, mas não se invalida as surpresas.

No nosso país, em que tanto se diz que há o gosto de ver o clube da província contra um grande numa tarde de sol, e esperar que a surpresa aconteça, até se protege os clubes de maior dimensão. Os da Segunda Liga entram em cena apenas na 2ª eliminatória, e os da Primeira Liga na 3ª. Basicamente, duas rondas em que os tão desejados tomba-gigantes não podem aparecer.

Soluções? Seguir o modelo brasileiro. As equipas entram todas em ação desde o início da competição (à exceção das que participam na Copa Libertadores). Todas as rondas são a duas mãos, mas as primeiras duas têm um aliciante especial: O sorteio não é puro, há cabeças de série, e obriga a que os grandes visitem os pequenos na primeira mão. No entanto, se os clubes teoricamente mais fortes cumprirem com o seu favoritismo e vencerem por dois ou mais golos, evitam jogar em casa o jogo da segunda mão.

Obrigar-se-ia os maiores clubes a visitarem os de reduzidíssima dimensão, o que poderia originar surpresas, mas a duas mãos (se necessário, tal como o modelo brasileiro), para que o vencedor da eliminatória fosse o mais justo possível. É lindo de imaginar uma equipa dos distritais, apenas com jogadores amadores, a tentar adiar a decisão para um Estádio da Luz, Alvalade ou Dragão. Seguindo a lógica dos jogos em casa e fora, esta temporada, por exemplo, teríamos assistido a mais um Sporting – Benfica.

Onde encontrar espaço no calendário? Acabar com a Taça da Liga, que para além do pouco esforço federativo e dos participantes em ser credibilizada, tem o condão de trazer imensas ocorrências problemáticas.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Vai dar que falar: Munir El Haddadi




Quem viu a final da Youth League deve ter ficado maravilhado com o último golo do Barcelona. El Haddadi foi o protagonista deste excelente momento de futebol. Filho de pais marroquinos, nasceu em 1995 nos arredores de Madrid e iniciou no futebol num pequeno clube, CD Galapagar. Mudou-se entretanto para o Santana e deu nas vistas do At. Madrid onde chegou a treinar, mas foi no Rayo Majadahonda que deu nas vistas marcando 32 golos e m 29 jogos.Foi aí, que com 16 anos despertou o interesse do Barcelona e se mudou para La Masia. Atualmente vai alternando entre a equipa de sub-19 e  a equipa B dos "Blaugrana", atua como extremo esquerdo e possui bastante classe e qualidade de passe. É um jogador com boa visão de jogo, forte na progressão com a bola e capacidade de finta, possui um bom remate e capacidade de execução, o golo contra o Benfica é prova disso. Na youth cup, apesar de não ter estado no melhor 11 da UEFA foi o melhor marcador da competição com um total de 11 golos em 10 jogos, o que demonstra a sua capacidade. Tem contrato até 2017 e poderá ser mais um dos jovens da "cantera" a singrar na equipa principal, a ver vamos como corre a sua evolução.Até ao momento tudo indica que poderá ser um jogador de muito bom nível.



Nome: Munir El Haddadi
Data de Nascimento: 1995-09-01 (18 anos)
Local de Nascimento: El Escorial, Espanha
Altura: 172 cm
Peso: 67 kg
Posição: Extremo Esquerdo
Clube: Barcelona

Veja aqui alguns dos seus melhores momentos:








VÍDEO: Super-Golo de Bale!

O Real Madrid conquistou ontem a sua 19ª Taça do Rei depois de vencer o Barcelona, na final disputada em Valência, no Mestalla, por 2-1. Os 'merengues' adiantaram-se no marcador graças a um golo de Di Maria na 1ª parte, mas no segundo tempo os 'culés' restabeleceram a igualdade, ao minuto 68, por Bartra. E foi quando faltavam apenas cinco minutos para o fim da partida que se deu o momento alto do jogo, depois de uma recuperação defensiva, Gareth Bale iniciou um contra-ataque ainda no seu meio-campo e iniciou uma 'cavalagada' que apenas terminou com o remate certeiro do galês para o fundo das redes à guarda de Pinto. Um golo impressionante e que carimbou o triunfo do Real, orfão de Ronaldo por lesão.

Para ver e rever:

terça-feira, 15 de abril de 2014

O que é feito de… Peter Jehle

Peter Jehle passou por Liechtenstein, Suíça, Portugal e França, mas em terras lusitanas não se conseguiu impor como queria na equipa do Boavista. Foi ainda treinado por técnicos como Jesualdo Ferreira ou Jaime Pacheco, e atualmente é o titular indiscutível da Seleção do Liechtenstein.

O guarda-redes do Liechtenstein começou a sua carreira futebolística num clube modesto do seu país chamado Schaan, onde permaneceu apenas três épocas. Depois desse período no modesto Schaan, Peter Jehle rumou até à Suíça para representar o Grasshoppers, onde foi colega de equipa de jogadores como Papa Bouba Diop, Reto Zianni ou Henri Camara. Nas seis épocas (2000/2001 a 2005/2006) em que defendeu as cores do Grasshoppers, Peter Jehle disputou, na totalidade, 4 jogos pela equipa suíça.

Da Suíça para os ‘axadrezados’
Depois da passagem pela Suíça, Peter Jehle rumou até Portugal, para representar o Boavista, na altura na Primeira Liga, e onde partilhou o balneário com jogadores como, por exemplo, Leo Tambussi, Kazmierczak, David Fleurival, Roland Linz ou Laionel. Permaneceu no Estádio do Bessa durante duas épocas (2006/2007 e 2007/2008), onde jogou, no total, 24 jogos pelo clube ‘axadrezado’. No Boavista, Peter Jehle foi treinado, na primeira época, por Jesualdo Ferreira, Jaime Pacheco e Zeljko Petrovic, e na segunda época foi treinado por Eduardo Galiza e Jaime Pacheco. 


Regresso a casa
Após abandonar a equipa do Boavista, que havia descido de divisão, o guardião do Liechtenstein viajou até França para jogar no modesto Tours, onde partilhou o balneário com Laurent Koscielny, Diego Gómez, Júlio Santos ou Olivier Giroud. Depois de sair do Tours, Peter Jehle regressou ao Liechtenstein, onde assinou contrato com FC Vaduz, onde permaneceu quatro épocas e foi colega de Emil Noll, Diego Ciccone, Max Veloso ou o angolano Guilherme Afonso. Na época passada, em 2012/2013, Peter Jehle jogou no Luzern, da Suíça, por empréstimo do FC Vaduz.
Pela Seleção do Liechtenstein, Peter Jehle tem acumulado algumas internacionalizações, contando, até ao momento, com 54 jogos realizados pelo seu país.
Atualmente com 32 anos, Peter Jehle continua ligado contratualmente ao clube do Liechtenstein, o FC Vaduz.


A ficha
Nome: Peter Karl Jehle
Idade: 32 anos
Data de Nascimento: 22/01/1982
Local de Nascimento: Suíça  
Altura: 1,85m
Peso: 75 kg
Posição: Guarda-Redes
TRAJETÓRIA
1997/2000: Schaan
2000/2006: Grasshoppers
2006/2008: Boavista
2008/2009: Tours
2009/2012: FC Vaduz
2012/2013: Luzern (empréstimo)
Desde 2013: FC Vaduz 

Em ação:



Por João Nobre

Cristiano Ronaldo junta-se a Pelé como embaixador da Emirates

            A Emirates está a lançar a sua mais recente iniciativa, que une o seu envolvimento com o futebol e o serviço requintado a bordo dos seus aviões. Nesse sentido, a marca juntou o novo com o antigo, estreando dois grandes ícones do futebol mundial – Cristiano Ronaldo e o lendário Pelé. Ronaldo entra em cena como o mais novo embaixador global da Emirates ao lado de Pelé. Marcada pelo tom bem-humorado, a ação apresenta Ronaldo e Pelé, frente a frente, na disputa pela melhor posição de destaque e status no on-board lounge do avião A380 da Emirates.
           
            A Emirates é conhecida pelo seu forte apoio ao futebol, sendo parceira oficial da Copa do Mundo da Fifa desde 2006. A campanha alinha-se com a preparação para o evento mais esperado do ano no mundo do futebol, a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Agora faltam apenas alguns meses para milhões de telespectadores em todo o mundo juntarem-se aos seus aparelhos de TV, ou mesmo subir a bordo de uma das aeronaves Emirates para poder assistir esse evento com os próprios olhos.
            Assista ao vídeo, continue a seguir o debate, e diga-nos: quem é o maior jogador de futebol de todos os tempos? #AllTimeGreats
             


Artigo patrocinado

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Vai dar que falar: Cedric Hountondji



Nasceu em Toulouse, mas a sua família tem raízes no Benin. A sua formação foi em crescendo, chegando ao Rennes em 2009, e tendo pouco tempo depois sido pela primeira vez convocado para a selecção gaulesa, neste caso os Sub-16. Esta temporada inicia os trabalhos com a principal equipa do Rennes, participando em alguns amigáveis e deixando muito boa impressão. A 17 de agosto aproveita a lesão do seu companheiro de equipa Kana-Biyik e estreia-se na Ligue 1 contra o Nice. Desde então, tem sido várias vezes titular, e as suas boas exibições levaram o clube a assinar com ele o seu primeiro contrato profissional até 2016. Teve também o seu primeiro golo como profissional contra o Lyon num jogo em que a sua equipa venceu por 2-0. É um defesa central bastante longilíneo, bastante alto e joga bastante bem de cabeça, são estes os seus principais pontos fortes que conjuntamente com o seu bom posicionamento fazem dele um central bastante interessante. Sabe utilizar bem o corpo em seu benefício e se continuar a trabalhar com humildade como aliás foi o seu percurso até aqui será certamente um dos jogadores a seguir com bastante atenção nesta Ligue 1. A ver vamos como será o seu percurso a breve prazo.



Nome: Cédric Hountondji
Data de Nascimento: 1994-01-19 (20 anos)
Local de Nascimento: Toulouse, França
Altura: 195 cm
Peso: 81 kg
Posição: Defesa Central
Clube: Rennes

Veja aqui o seu primeiro golo como profissional:




Craques 2ª Liga: Anderson, o 'rochedo' de Matosinhos

É mais um produto da cantera do Leixões Sport Club e é um das grandes figuras do clube de Matosinhos e da Segunda Liga. Seguido por alguns clubes da Primeira Liga, o seu nome é Anderson Esiti e é médio-defensivo da equipa orientada por Jorge Casquilha.

Depois de Chastre, Zé Pedro, Moedas, Mailo ou Kizito (este último foi reforço do Sp.Covilhã no 'mercado de inverno'), mais uma vez o Leixões 'atira para a ribalta' um jovem recheado de talento, desta feita o nigeriano Anderson Esiti, que nasceu no dia 24/05/1994, e que já consta na agenda de vários clubes da Primeira Divisão, como por exemplo o Sporting.
APARECIMENTO NAS CAMADAS JOVENS DO LEIXÕES
Anderson Esiti começou a dar nas vistas nas camadas jovens do Leixões, mais concretamente nos Juniores A – Sub-19 do clube de Matosinhos. O jovem médio-defensivo nigeriano foi colega de equipa, nas camadas jovens do Leixões, de jovens jogadores como, por exemplo, Bruno Vaz, Ricardo Gomes, Paulo Obando, Mesquita ou o guarda-redes João Folgado. Nos juniores do Leixões, Anderson foi treinado por dois treinadores: primeiro  por Manuel Monteiro e depois foi orientado por Tiago Conde.


CHEGADA À PRIMEIRA EQUIPA
Ainda na temporada 2012/2013, Anderson Esiti abandonou as camadas jovens do Leixões e subiu à equipa principal do clube de Matosinhos, onde foi treinado por dois técnicos portugueses outra vez: primeiro foi treinado por Pedro Correia e depois por Horácio Gonçalves. Na sua primeira passagem pela equipa principal do Leixões, Anderson partilhou o balneário do Estádio do Mar com futebolistas como, por exemplo, Rui Sacramento, Júnior Pereira, Álvaro Lopes ou Tiago Borges. Na época de estreia na primeira equipa do Leixões, Anderson realizou 6 jogos, mas não faturou em nenhuma ocasião. A estadia na equipa principal do Leixões iria continuar. 

PERMANÊNCIA NO ESTÁDIO DO MAR
Na presente época, Anderson Esiti permaneceu na equipa principal do Leixões e conseguiu impor-se na equipa titular, treinada por Pedro Correia, primeiro, e atualmente treinada por Jorge Casquilha. Anderson partilha o balneário com futebolistas como, por exemplo, Jorge Baptista, Chastre, Materazzi, Nélson Agra, Ruben Saldanha ou Mailo, sendo que, até ao momento, já jogou 43 jogos, embora ainda não se tenha estreado a marcar pela equipa do Leixões. Anderson irá continuar esta época a 'destruir' o jogo dos adversários do Leixões.

NA 'LISTA DE COMPRAS' DA 1ª LIGA
O enorme talento de Anderson Esiti não tem escapado aos olhares de clubes da Primeira Liga, que já têm o nome do médio nigeriano nas suas 'listas de compras', como foi no caso do Sporting CP, que no final de 2013 fez uma proposta pelo médio do Leixões. O jovem médio nigeriano é forte fisicamente e no jogo aéreo e, além disso, é um excelente 'destruidor' do jogo adversário, como um autêntico rochedo no meio-campo do Leixões. Anderson Esiti ainda vai dar muito que falar na Segunda Liga e, quem sabe, na Primeira Liga, num futuro próximo.


A FICHA
Nome: Anderson Esiti
Idade: 19 anos
Data de Nascimento: 24/05/1994  
Local de Nascimento: Warri, Nigéria
Altura: 1,89m
Peso: 82 kg
Clube: Leixões
TRAJETÓRIA
2012/2013: Leixões (Juniores A – Sub-19)
Desde 2012: Leixões

Vejam aqui algumas das suas principais qualidades:

Por João Nobre

quarta-feira, 9 de abril de 2014

VÍDEO: O 'sprint' de Mourinho na vitória sobre o PSG

O Chelsea eliminou o Paris Saint Germain da Liga dos Campeões de forma quase épica. Para tal, muito contribuiu o golo de Demba Ba aos 87 minutos, que permitiu aos 'blues' dilatar a vantagem para 2-0, e consequentemente, anular a derrota de 3-1 sofrida na primeira mão, em Paris.
O momento foi, como seria de esperar, de euforia, mas poucos imaginariam que José Mourinho saísse da sua área técnica para correr desenfreadamente junto à linha lateral até se encontrar com os seus jogadores nos festejos... na linha de fundo. Posteriormente, 'Mou' veio afirmar publicamente que a sua intenção não era festejar, mas sim dar indicações aos seus pupilos, mas se recordarmos que já tinha protagonizado episódio semelhante nos tempos de FC Porto, frente ao Manchester United...

Veja aqui mais um grande momento de 'Mou':


OFICIAL: Paulo Bento renova até 2016


Paulo Bento vai permanecer à frente dos destinos da Seleção Nacional, pelo menos, até 2016. Quem o confirmou foi a própria Federação Portuguesa de Futebol, atrávés de uma nota emitida no seu site oficial. «A Federação Portuguesa de Futebol comunica que chegou a acordo com o Selecionador Nacional, Paulo Bento, para o prolongamento do contrato que o liga ao organismo que tutela o futebol português.O vínculo é válido, agora, até ao fim da fase final do EURO 2016, a realizar em França», refere o organismo.

O comunicado divulgado contém ainda uma declaração do Presidente da FPF, Fernando Gomes, que a este propósito referiu o seguinte: «Tal como tenho vindo a dizer, os nossos critérios de avaliação de desempenho do Selecionador Nacional não se prendem exclusivamente com resultados, sem esconder que eles são uma parte muito importante dos objetivos de qualquer treinador. Fizemos, pois, uma avaliação global deste período em que trabalhámos juntos e entendemos que pelos resultados, pelos processos e métodos de trabalho, pelo compromisso com a FPF e pela ligação com as restantes áreas técnicas da nossa estrutura, o Paulo Bento devia prolongar o contrato por mais dois anos. Estamos muito satisfeitos por poder dar continuidade a um projeto que tem dado frutos não só na Seleção A mas também ao nível das outras Seleções. Acreditamos que nos próximos dois anos se continue a desenvolver o bom trabalho de conjunto e a perspetiva abrangente que tem sido adotada em relação ao futebol português e às Seleções Nacionais».

Por outro lado, Paulo Bento demonstrou a sua satisfação pelo acordo alcançado: «É uma honra e um orgulho enorme poder continuar a servir o meu país como até aqui. Nunca escondi que me sinto muito bem na Federação Portuguesa de Futebol, onde acredito que posso continuar a ser útil no desenvolvimento de um projeto que passa sobretudo pela obtenção de resultados na Seleção A mas que tem também uma vertente estratégica que me agrada muito. Não posso deixar nesta altura de salientar, sem menosprezar a importância de outros elementos da estrutura, que a sintonia de objetivos, procedimentos e valores que tenho com o Presidente Fernando Gomes contribuíram decisivamente para que chegássemos a este entendimento».

Fotografias: FPF/Diogo Pinto

segunda-feira, 7 de abril de 2014

AGENDA - Apresentação livro "Minuto 91"



domingo, 6 de abril de 2014

3ª vitória consecutiva para Villas-Boas

O português André Villas-Boas conseguiu hoje a sua terceira vitória em outros tantos jogos no comando técnico do Zenit, batendo, para a Liga Russa, o Rubin Kazan por uns expressivos 6-2, numa partida em que o também luso Danny brilhou (Neto foi igualmente titular), conquistando um penalty que seria exemplarmente cobrado por Hulk (também em grande forma) e apontando um golo (o quarto do Zenit no jogo). Os restantes tentos foram apontados pelo "Incrível" (o seu segundo golo foi conseguido através de mais uma grande penalidade) e ainda por Rondón, que, em cerca de 25 minutos, atingiu um fantástico "hattrick". O máximo que a equipa adversária conseguiu fazer foi marcar em duas ocasiões, por intermédio de Azmoun e Eremenko. 

Com esta vitória, os de São Petersburgo somam agora 50 pontos permitindo-lhes a ascensão, à condição, à liderança da Premier Russa, isto porque o Lokomotiv de Moscovo, que conta com 48 pontos, só entra em campo amanhã, numa partida contra o Volga.

Veja aqui o resumo da partida:



sexta-feira, 4 de abril de 2014

O pinheiro que Paulo Sérgio pedia

«São todos muito parecidos uns com os outros e o que quero é um atacante diferente. Temos caudal ofensivo, mas falta um pinheiro com 1,90 metros, que lhe possamos acertar com a bola na cabeça e ela vá para dentro da baliza». A frase é de Paulo Sérgio e remonta ao verão de 2010, a poucos dias do fecho do mercado, quando era treinador do Sporting.

Nessa temporada, os leões ficaram conhecidos pelo excesso de pontaria. À 8ª jornada, o conjunto orientado pelo ex-Vit. Guimarães e Paços de Ferreira tinha enviado por nove vezes (!) a bola ao poste.

Se o ferro fosse rede, estariam por essa altura a três pontos de um FC Porto que viria a vencer campeonato, taça e Liga Europa nessa época. Mas como não é, estavam a dez, a meio da tabela. Curiosamente, os lisboetas tinham até aí sete golos marcados.

Com o título mais longe, o pouco afortunado Sporting caminhou para mais uma época nada memorável.

Coincidência ou não, o tal pinheiro que Paulo Sérgio pediu nunca apareceu. Pretendia-se um jogador com características parecidas a Mário Jardel, que em Alvalade só conheceu as péssimas réplicas de Milan Purovic (2007/08) e Sebastián Ribas (2011/12), e a de um William Owusu que é candidato a ser recordista de empréstimos.

Em vez disso, continuaram os avançados móveis a que o antigo técnico leonino chamou de “muito parecidos”, como Liedson, Yannick Djaló e Hélder Postiga, e até Ricky Van Wolfswinkel que foi contratado na temporada seguinte.

Ao longo de vários anos, foi faltando um possante avançado na área adversária, que mais do que engenho e arte, trouxesse centímetros e presença física, para lhe acertarem com bola na cabeça.

Finalmente, esta época, apareceu Islam Slimani, que parece ter trazido consigo a ‘estrelinha da sorte’ da bandeira verde e branca da Argélia, que tanto tem faltado ao emblema verde e branco de Alvalade.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

VÍDEO: Um Pastore do 'outro mundo'

O Paris Saint Germain derrotou ontem o Chelsea na 1ª mão dos quartos de final da 'Champions' por esclarecedores 3-1. A equipa orientada por Laurent Blanc esteve sempre por cima do jogo e foi sem surpresa que chegou à vantagem pro intermédio de Lavezzi ainda no começo da partida. Os 'blues' ainda conseguiram o empate por intermédio de Hazard, na transformação de uma grande penalidade, sendo que o belga até esteve perto de protagonizar a reviravolta no marcador com um remate ao poste à beira do intervalo. No segundo tempo, os parisienses voltaram à liderança através de um auto-golo de David Luiz, mas o grande momento da noite pertenceu a Javier Pastore, que num grande momento individual conseguiu um golo digno de levantar o estádio.

Confira aqui o grande momento do argentino:

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Vai dar que falar: Giovanni Simeone




O seu pai tem feito uma campanha extraordinária em Espanha mas como treinador do At. Madrid. Sim, falamos de Diego Simeone e do seu filho Giovanni, que parece estar a seguir as mesmas pisadas rumo ao sucesso. É como avançado porém que vai dando nas vistas, excelente em termos de cabeceamento e bastante móvel, pode jogar como referência no ataque mas talvez se dê melhor com outro companheiro na posição. Possui uma boa capacidade de desmarcação e sempre de olhos na baliza remata com grande eficiência. Nasceu em Madrid, por causa do pai que jogava no Atlético nessa altura, mas em 2008 vai para o River Plate sendo que três anos depois assina o seu primeiro contrato e logo com uma cláusula de 15 milhões de euros. É internacional pelas camadas jovens da Argentina e apesar da cláusula proibitiva certamente acabará por chegar à Europa. Na opinião do pai diz que "não se deve colar ao elogios. Deve continuar a melhorar, escutar e aprender". Quem sabe um dia se possam encontrar na mesma equipa, Giovanni já revelou sonhar em jogar no At. Madrid portanto é uma questão de seguir os concelhos do pai e quem sabe isso não venha a acontecer. 



Nome: Giovanni Simeone
Data de Nascimento: 1995-07-05 (18 anos)
Local de Nascimento: Madrid, Espanha
Altura: 181 cm
Peso: 76 kg
Posição: Avançado 
Clube: River Plate

Veja o golo de Giovanni frente ao Estudiantes:







«EL TATA Y EL CHOLO»: O Tango do Equilíbrio


Com a luta pelo título de Campeão Espanhol ao rubro no plano interno, Barcelona e Atlético de Madrid viram a sorte europeia ditar o confronto directo na disputa dos Quartos-de-Final da UEFA Champions League 2013/14.
Se por um lado «El Tata» Martino aos comandos do Barcelona desde o início da temporada ainda não conseguiu bater o Atlético Madrid ao longo dos noventa minutos de jogo, «El Cholo» Simeone, por seis ocasiões desde que lidera os «colchoneros» - sete com este encontro -, também ainda não logrou levar a melhor sobre a formação «blaugrana».
Com os dados a serem lançados sobre uma base de equilíbrio, rivalidade e orgulho de sangue quente, Barcelona e Atlético de Madrid, encontraram-se em pleno Camp Nou para discutirem a 1ª Mão destes Quartos-de-Final da Liga dos Campeões com duas perspectivas europeias distintas: se o Barcelona procurava desde já vantagem para atingir a sua sétima Meia-Final consecutiva na prova, já o Atlético de Madrid, arredado de fases tão adiantadas da competição desde 1974, entrava em campo com o objectivo principal de adiar ao máximo a decisão da eliminatória para o jogo da 2ª Mão a ser disputado no Vicente Calderón.
Num jogo de intensidade máxima e discutido ao milímetro, «El Tata» Martino e «El Cholo» Simeone, viram o seu tango de equilíbrios resultar em mais um empate (1-1) durante os noventa minutos.
Abaixo, o registo de alguns dos momentos que marcaram o duelo espanhol nesta 1ª Mão dos Quartos-de-Final da Liga dos Campeões 2013/14, com os golos do encontro a serem apontados por Diego aos 56’ minutos para o Atlético de Madrid e por Neymar aos 71’ para o Barcelona.
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Como entrar a atacar sem bola?


Com os homens liderados por Diego Simeone a entrarem no encontro de forma determinada, dando uma verdadeira lição de como atacar sem bola, o Barcelona revelava grandes dificuldades para evitar os condicionamentos impostos pelos «colchoneros» ainda na sua primeira fase de construção.
Da imagem acima resultou o primeiro calafrio da partida para a baliza de Pinto, que sendo um guarda-redes pouco hábil no jogo de pés, acabou por colocar a bola num adversário – mérito para os jogadores do Atlético de Madrid que conscientes desse facto o procuraram explorar de imediato e durante mais vezes ao longo do encontro:

Da imagem acima, resultou nova perda de posse para o Barcelona, com Mascherano assustado a preferir colocar a bola fora do rectângulo de jogo do que fazer o passe para o seu Guarda-Redes.
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A Emboscada de «El Cholo»

Se o Barcelona revelava grandes dificuldades de construção na sua saída apoiada e organizada ainda em primeira fase, o mesmo acontecia em zonas mais adiantadas do terreno:

Repare-se por que zonas andavam Messi e Iniesta ainda não estavam decorridos 9 minutos de jogo - Avançado e Médio Esquerdo de aproximação ofensiva respectivamente e apenas no papel - tal o desconforto que as tropas de «El Cholo» Simeone conseguiam criar aos homens do Barcelona na sua última fase de construção.

O Barcelona tentava criar soluções, mas sempre sem conseguir ter presença efectiva entrelinhas, muito por culpa do verdadeiro exército armado e de ajuste rápido que Diego Simeone mandou a jogo.
Repare-se na imagem abaixo, como com o seu bloco sempre compacto, o Atlético de Madrid não permitia o mínimo de tempo e espaço aos homens de Tata Martino para no seu novo estilo «tiki-tata», conseguirem fazer jogo nas imediações da Grande-Área adversária:

Nota: Da imagem acima resultou perda de bola de Iniesta e Transição Ofensiva Rápida lançada pelo Atlético de Madrid, apenas travada já depois da linha de Meio-Campo e numa altura que Diego Costa, ainda em jogo, se preparava para criar muito perigo com as suas cavalgadas típicas rumo às redes contrárias.

Jogo muito difícil para o Barcelona com mérito total para os homens do Atlético de Madrid, sempre muito intensos e disciplinados em Organização Defensiva:

E sempre preparados para lançarem as suas Transições Ofensivas Rápidas e venenosas:

Dois segundos depois do momento acima e apesar do passe não ter entrado no «timing», repare-se como a equipa se desdobra a grande velocidade e com toda a naturalidade:

Muito confortável a defender e a atacar sem bola, o Atlético de Madrid fez uma primeira parte absolutamente assombrosa a vários níveis:

No tempo de descontos da primeira parte, a atitude e personalidade de jogo delineada e imposta aos seus jogadores por Diego Simeone, continuava intacta, num padrão que se manteve durante todo o encontro:

Bola recuperada na imagem acima, entretanto novamente perdida e o Atlético de Madrid sempre consciente do que está a fazer, obrigando o Barcelona a fazer o que não sabe:

Primeira parte verdadeiramente digna do melhor futebol do planeta colocando frente-a-frente duas filosofias completamente antagónicas de abordagem ao jogo e onde ainda houve a registar duas baixas de vulto por lesão: Piqué para o lado do Barcelona e Diego Costa para o lado do Atlético de Madrid – duas figuras extremamente importantes na manobra de ambas as equipas que tiveram em Bartra e Diego, respectivamente, substitutos à altura.
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«Com licença Sr.Árbitro, queremos jogar.»

Com a etapa complementar a iniciar-se dentro do mesmo registo e padrão com que havia terminado o primeiro tempo:

Neymar parecia querer praia e perdeu a bola, para no seguimento da jogada e como forma de alusão aos grandes problemas e consecutivo desnorte que a equipa do Atlético de Madrid provocava ao Barcelona, repare-se como inclusivamente o árbitro da partida não tinha autorização para se desmarcar – falta feia de Fábregas sobre Felix Brych com Xavi na cobertura:

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«Porque é que não passaste a bola, Diego?»


Diego não passou a bola porque achou que ia fazer golo, um grande golo.. e fez.
Numa altura em que existe uma certa tendência geral, no que a treinadores diz respeito, para se sobrevalorizar a «decisão inteligente», a «decisão mais eficaz», a «melhor decisão», conceitos e calões muitas vezes tão abstractos quanto a complexidade de um jogo de futebol, referência para génios técnicos, jogadores pouco inteligentes ou até burros, loucos ou cambados, ignorantes ou ingénuos - são eles que muitas vezes da ligeireza da sua simplicidade e inocência dão ao Mundo e às suas equipas momentos como aquele que fez Camp Nou silenciar ecos de arrogância – o burro também pode ser genial, porque no futebol, ser inteligente, até pode significar ganhar mais, mas não faz ganhar sempre e, desta feita, quem ganhou, foi mesmo o burro – burro por acreditar e conseguir para gáudio de qualquer adepto que se preze.
Porque o Mundo do futebol é grande e existe espaço para todos, nota, também, para a inteligência de um génio, que por ser genial, faz os outros parecerem 'burros':

Num dos poucos ou talvez no único erro pouco forçado que a linha defensiva do Atlético de Madrid cometeu ao longo do encontro, Miranda distraiu-se em primeira instância e por um mero instante com o movimento de Messi, Juanfran por seu turno andou a brincar ao «apanha-apanha» com Neymar durante o momento precedente, para na fase em que retrata a imagem não entender nada do que estava prestes a acontecer, Iniesta não pediu licença e com um passe só ao alcance de visionários ou elementos intelectualmente evoluídos a lerem o jogo, aproveitou para deitar por terra uma estratégia colectiva «colchonera» que até aos 70 minutos havia surtido os seus efeitos na plenitude – mérito igualmente para a forma astuta como Neymar entendeu a desmarcação sem bola.
Duas das situações mais perigosas de toda a partida resultaram de tomadas de decisão praticamente idênticas e que a maioria dos treinadores colocaria em causa – são elas que muitas vezes destrancam verdadeiros cadeados tácticos:

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Contraproducência Blaugrana Vs Conforto Colchonero


Com o Barcelona a evidenciar sempre grande desconforto perante o jogo efectuado pelo Atlético de Madrid, não raras vezes, foi possível observar a turma de «Tata» Martino recorrer a alternativas contraproducentes com a génese do seu modelo e estratégia de jogo:




E quando até um elemento da categoria de Xavi recorria a soluções básicas, o mérito do Atlético de Madrid sem bola a provocar desespero criativo ao Barcelona com bola, ficava bem evidenciado:

Situação apenas alterada com o golo de Neymar, em que o Barcelona em desvantagem na eliminatória e a correr atrás do prejuízo, procurou num último fôlego evitar males maiores ou passar para a frente do embate:

Importante na criação de uma nova dinâmica ofensiva para o Barcelona a entrada de Alexis Sánchez em jogo:

Se o Barcelona durante grande parte do encontro evidenciou desconforto com os condicionamentos e constrangimentos provocados pelo Atlético de Madrid, repare-se a forma confortável e completamente identificada com as ideias e estratégia de jogo da equipa que os jogadores «colchoneros» chegavam ao final da partida:

Numa imagem típica de final de encontro, muitas vezes observada após o apito final do árbitro, atente-se como o jogo ainda não havia terminado e os jogadores do Atlético festejavam cortes e anulações de jogadas de perigo do Barcelona como se de golos para a sua equipa se tratassem – mérito, muito mérito para «Cholo» Simeone que consegue passar na plenitude  as suas ideias para os seus jogadores e fazer com que os mesmos as defendam até à exaustão – morrendo se necessário for.
Não se trata de pensar pequeno, trata-se, antes, de fazer com que os outros pensem menos e com menos tempo.

Com novo encontro marcado para daqui a uma semana no Vicente Calderón, fica a expectativa daquilo que poderá acontecer na segunda parte desta eliminatória – por enquanto, é o Atlético de Madrid que sai na frente fruto do golo alcançado em Camp Nou.

Em colaboração com: TF Scouting